quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Sometimes I can't believe I'm moving pass the feeling again

Olá, crianças da noite.
Eu estava bem normal até pouco tempo quando minha irmã me disse que não vai ligar o ar-condicionado hoje. Fiquei triste agora, haha. Não estou sorrindo de verdade, mas.
Acho que eu estaria normal se não fosse o Enem chegando. Estou bem nervosa, acho, ou meio triste e com um pouquiinho de raiva (nada de especial, tenho um pouco de raiva de tudo). É que eu me preparei mais pra outra prova, e estou fazendo o (v)Exame Nacional porque sei lá, né. Vai que.
Essa prova tem várias coisas que eu não gosto: é sustentada por uma política meio burra e em si mesma é uma prova burra (não concordo nada com esse tipo de seleção, não faz sentido um futuro Designer ter que estudar biologia ou física "porque é a regra"), tem muita gente fazendo isso, faz o governo parecer que está fazendo alguma coisa quando na verdade não está e ainda por cima tenho que pagar.
Mas tudo bem, quero me formar, me meter na área educacional e acabar com essas coisas. Meu sonho mesmo é acabar com as escolas, mas isso é bem mais difícil, hahaha. Me aguardem.

Bom, mas com essa coisa de provas, estou meio no fim da paciência. Só quero relaxar, fazer nada, pensar em nada, voltar a ler meus livros de literatura e não folhas e folhas de matéria. Quero acordar na hora que der, dormir quando me der na telha, ver minhas séries. Cada vez que eu tenho que estudar eu meio que me forço mesmo, porque sei que é chato, mas pelo menos falta pouco. Mas o tempo todo, tô tipo isso:


 Hahaha, adorei isso. 
Bom, ainda tenho algumas coisas meio estressantes nessa semana, e só quero que tudo isso passe também. Todo esse ano. 

Estou tentando segurar os pensamentos, mas eu penso tanto, tanto. O tempo todo. Isso é ruim porque parece que todos os meus pensamentos são gastos. Às vezes parece que eu já vi tudo no mundo e nada nunca mais vai me deixar feliz. Hoje eu estava pensando que nunca vou encontrar meu lugar nesse mundo.
Sei lá. Se tudo der errado, ainda posso ir morar no Texas, haha. 

De novo, só quero que tudo passe.

 Sometimes I can't believe I'm moving pass the feeling again.

Stand, fight, disobey.
Make some noise.

Dill, xx.

domingo, 2 de novembro de 2014

I'm ready to suffer, I'm ready to hope



Eoi. Estou tentando postar há algum tempo, mas ou a internet ou alguma outra coisa não deixava. Não que tenha acontecido coisas muito importantes pra eu escrever aqui, mas.
Ontem foi um dia engraçado. Sabe, era pra ser uma "mini festa de Halloween", mas digamos que nem tudo saiu como planejado. Na verdade, é mais fácil dizer o que deu certo, hahaha. Sério, tentamos fazer biscoitos; ficaram sem gosto. Tentamos fazer um bolo decorado; deu muito errado. Tentamos colocar a decoração, mas estava ventando demais e não deu pra colocar quase nada. Sem contar as decorações que a gente simplesmente esqueceu de colocar. Absurdo, absurdo. Mas é nessas horas que você vê qua são as pessoas que contam, porque apesar de tudo isso, foi muito legal. Amiguinhos são legais.

Hoje fui cortar meu cabelo e ficou um pouco mais curto do que eu queria. Ficou bonito, mas acho que estou fofa demais, não gosto disso. Tenho que parecer violenta.
Hoje também assisti uma maratona de Penny Dreadful, o que foi bom porque pude ver desde o primeiro episódio, vi até o quinto ou sexto. Gostei muito mesmo, a imagem é muito linda os efeitos são bons e a história é bem macabra, haha.

Não gostei muito do dia de hoje, estou tentando me sentir confortável desde as duas da tarde e ainda não consegui. Vocês tem essa impressão às vezes? Como se nenhum lugar estivesse bom, sei lá. Estou cansada ainda de ontem, subindo escadas, correndo, suando, suando. Talvez seja isso, quando estou cansada nada parece muito bom mesmo. E também está a maior bagunça aqui ainda, principalmente no meu quarto por causa das coisas do Halloween.
Ah, eu meio que levei um susto quando notei que já é novembro. Mas um susto feliz, porque o Natal está cada vez mais perto. Acho que isso é bom.

Se tudo der errado eu ainda tenho meus pés, minhas mãos, ainda posso andar sozinha. O que mais me conforta é que eu posso ficar sozinha.  Isso me lembra duas músicas: Grey Room, do maravilhosamente triste Damien Rice, e Shake it out da Florence and the Machine.

Em Grey Room:
Have I still got you to be my open door?
Have I still got you to cross my bridge in the storm?
Have I still got you to keep me warm?
Weel, I still got me to be your open door.
And I still got me to cross your bridge in the storm.
And I still got me to keep you warm.

Em Shake it out:
And I'm ready to suffer, I'm ready to hope. It's a shot in the dark aiming right at my throat cause looking for heaven found the Devil in me. But what the hell. I'm gonna let it happen to me.

Aiai, vida. Não sei se vale a pena, mas sei que não vale a pena pensar nisso.
Boa noite, pessoas.
Mantenham suas cabeças frescas e não sejam como eu, sejam otimistas.
E ouçam Grey Room.

Adeus.

P.S.: Assisti o filme A Solidão dos Números Primos esses dias, e gostei muito. Achei que não fosse gostar pelo trailer que eu vi, porque achei nada a ver com o livro, mas foi bom. Eu demorei pra entender o final dess elivro, mas quando que entendi achei a coisa mais linda.

domingo, 26 de outubro de 2014

All them kids need their voice

Salut.
Hoje foi um dia melhor que ontem, acho. Consegui estudar uma miséria, mas foi alguma coisa. Na verdade preetendo estudar mais ainda hoje porque aquele negócio de eu acordar com sono todo dia, tô começando a achar que entrei de novo naquele ciclo de quanto-mais-eu-durmo-mais-sono-tenho. Poxa, durmo 7 horas todo dia e acordo parecendo que acabei de capinar o Maracanã.
À tarde vi Django Livre com a família, e finalmente peguei do início. Eu já amava esse filme mesmo tendo visto praticamente só a metade, agora que vi todo então. Aiai, Django *-*  Já falei o quanto gosto dos filmes do Tarantino, né? Pois é. Aliás, ele apareceu em Django. Ele também fez isso em Pulp Fiction. Bom, resumindo, quero uma camisa e um pôster de Django. E do Bear Jew também.

Ah, uma coisa que eu queria desabafar hoje. Sabe, hoje eu estava fazendo minha ronda-quase-diária pelos sites de roupa e blogs de moda e qualquer outra coisa do gênero, e estavam lançando uma coleção nova, in-crí-vel. Demais demais, aí eu fui mostrar pras minhas irmãs, procurando com quem compartilhar aquele sentimento (olha o drama), e elas fizerem o "ahn." de sempre e me deram aquele olhar. Eu sei que elas não são preconceituosas nem nada, mas sempre que eu vou falar com elas de moda elas fazem aquela cara onde eu vejo claramente o quão fútil elas acham isso tudo. Na verdade, nessas horas, parece que elas me acham fútil e meio cabeça-oca. Elas me olham tipo "lá vem a Dill com essas coisas de roupa". E isso me irrita muito. Me irrita muito saber que moda, para a grande maioria aqui no Brasil, é só futilidade, um monte de garotas bonitas, magras, roupas caras, blá blá. Gente, moda é tão, tão longe disso. A moda de verdade é pura criação, e acontece o tempo todo, não só nas lojas, nos escritórios chiques de grifes. Acontece na sua casa quando você coloca uma blusa por cima de um vestido fazendo uma combinação única que expressa o seu humor naquele dia, que faz você ver quem você é em você mesma, que te faz se sentir bem na sua própria pele. Moda é cuidado, carinho e atenção com você mesma, é não achar que seu corpo merece qualquer coisa, e não estou falando de marcas caras ou de prestígio. Estou falando de toque, gosto, de preferir malhas ou lã, ou couro. De prestar atenção ao caimento, em como tal peça fica em você quando você anda, se não vai te incomodar ou te limitar. Sabe, se olhar no espelho e sorrir, se achar legal. O que eu mais gosto na moda é que é uma forma única de expressão, é como gritar quem você é sem dizer uma palavra. É como andar com uma pintura no corpo. Mas a maioria vê roupas como coisas pra cobrir o corpo e pronto. É quase como se existissem duas grandes categorias no mundo das roupas: as de sempre, que não significam nada, não expressam nada e nas quais não existe o menor cuidado ou atenção; e a categoria de roupas que importam, que acho que pra eles são as roupas de festa, de alguma ocasião especial. Agora, sério que você só é especial em datas marcadas?

Enfim, essas coisas me chateiam muito, principalmente quando veem de pessoas que eu gosto. Espero o dia em que o assunto moda vai causar inspiração, e não olhares de desprezo.
E que os gosto em geral sejam respeitados também, né. Ou pelo menos que todos sempre tenham alguém com quem compartilhar isso, pelo menos uma pessoinha pra dizer "você não está maluco, isso faz sentido". Isso faz tanta falta pra tanta gente.

De novo nesse blog: Não seja um imbecil.
Esse devia ser o primeiro mandamento (hahaha no).

Keep you voice loud, Killjoys!
Make some noise. 

Kind of Pissed Dill, xoxo.

P.S.: A música do dia, só pra acalmar esse post. Da banda Haim que eu vou procurar mais coisas porque parece ser boa. Se liga nas guitarras, Girl power.

sábado, 25 de outubro de 2014

Tout le monde est un drôle de personne


Et tout le monde a l'âme emmêlée.

Eia. Vou tentar fazer um post rápido porque tenho dormido tarde há dias e acordado muito zumbi, e depois voltando a dormir lá pras 11 e pouca.
Bom, faz tanto tempo desde a última vez que escrevi aqui que nem lembro o que aconteceu ou não.
Hoje eu comi doce demaaais. Acho que comi todos do mundo. Sabe o bolo que você deixou na sua geladeira hoje? Pois é, olha lá. Não tá mais. Comi.
Tirando essa vergonhosa comilança desnecessária, o dia foi bem legal. Parece que os canais bons da minha tv a cabo vão ficar por bastante tempo, e eu tenho aproveitado isso. Hoje de manhã deu um especial de clipes do Coldplay na Vh1 muuuito bom. Estou com Yellow até agora na cabeça. Depois deu um da Avril Lavigne também, mas foi muito zoado. Começou certo, com Complicated, mas depois foi um barata voa. Deu os piores dela, Smile, Girlfriend, aquele com o Chad que a música é uma bosta, e o único que eu gostei a não ser Complicated, Lose grip. Mas cadê Nobody's home? He wasn't? I'm with you? Don't tell me? Tem um estagiário precisando de uns toques, haha. Avacalharam a bagaça toda.

Além de comer e ver tv não fiz nada hoje. Li umas coisas que talvez sirvam pro vestibular mas não estudei realmente. Isso só tá ficando mais e mais vergonhoso.
O Halloween tá chegando e meu vestido não chegou pelos Correios. Mando matar ou mato eu mesma? Difícil.  Agora provavelmente vou ter que improvisar uma fantasia de bruxa -_- .  De resto, os planos pro Halloween tem ido bem. Vi a receita de um bolo de cérebro no Manual do Mundo muito legal, to doida pra fazer.  Ai ai, Halloween *-*

O ano está começando a acabar de verdade, e estou muito feliz com tudo o que aconteceu até agora. O ano foi bem legal mesmo. Muita coisa começou a andar depois de muito tempo, embora algumas estejam andando tortas ainda. Infelizmente, acho que vou ser meio triste pra sempre mesmo, tipo melancólica. O conjunto de coisas que eu sou é meio triste mesmo, fazer o que. Só estou tentando sempre trabalhar mais por mim, me tratar direito. Já que ninguém faz isso, que pelo menos eu faça, né? hahahaha.
Acho que, no geral, foi bom eu ter passado por algumas coisas enquanto nova. Acho muito mais difícil alguma coisa me abalar seriamente. Ou sei lá, mais fácil, talvez. Tudo depende da maneira de olhar. O ruim, com certeza, é que eu meio que me acostumei com a tristeza, com o fracasso, sabe. É difícil pra mim acreditar nas coisas, ou sequer tentar qualquer coisa. Mas eu gosto de ficar sozinha. Acho isso uma vantagem, porque vejo muita gente que se desespera quando fica sozinho. Sou daquelas pessoas que acreditam que a gente nasce e morre sozinho, mas isso não precisa ser feio. Só acho muito triste que a pessoa com a qual a maioria das pessoas menos gosta de ficar é consigo mesmo. Todos nós devíamos ser a nossa pessoa preferida. Melhor amiga, de comprar aqueles colares com um coração partido e usar os dois.
Nós somos a pessoa com quem estivemos mais tempo e com quem vamos ficar. É bom fazer isso ser agradável, né?

Já mencionei aqui, que um filme que fala muito bem de amor-próprio é o Angel-a. Recomendo muito mesmo.

Bom, chega agora, tenho que dormir mesmo.
Boa noite pessoas do mundo.
Wandering Dill, xoxo.

sábado, 18 de outubro de 2014

I know it's hard but you gotta deal with it

Never let your gun down
  Apesar do dia não ter acabado, hoje já aconteceu bastante coisa.
Ontem fui num casamento bem legal. Geralmente eu vejo esse tipo de coisa de um jeito negativo, porque não gosto de casamentos, não entendo porquê as pessoas fazem isso. Mas ao mesmo tempo, ontem, vendo aquelas pessoas, eu vi que às vezes elas só querem fazer uma coisa legal e juntar as pessoas que elas gostam pra elas verem como elas estão felizes e serem felizes juntas. É legal. No fundo, as pessoas sempre estão tentando ser legais, eu acho.
Em matéria de comida foi difícil e eu estou começando a perceber que vou comer cada vez menos em eventos. Nunca tem nada sem carne, e ontem eu fiquei catando as poucas bolinhas de queijo que tinham. Imagina quando eu virar vegana. Com certeza vou ter que andar com uma quentinha nos eventos, tipo um buffet pessoal, haha. Adeus "ir em eventos só pela comida".

Bom, hoje eu acordei cedo apesar de ter ido dormir 1 e alguma coisa da manhã, e lá pelas 11 horas estava com muito sono na rua. Depois, encontrei minhas irmãs e passeamos juntas, minha irmã comprou roupas e eu só olhei porque estou sem dinheiro, ha. Consegui não gastar nada, tive que me controlar muito, hahaha. Quero comprar umas coisas, e não posso me desviar dos objetivos. Só comprei um capuccino que pedi pra viagem e finalmente pude usar aqueles copos de café igual aos americanos. Triste vida, me tirou o encanto disso quando fui obrigada a sair do shopping e de repente eu notei que na verdade estava muito quente, e comprar um café não foi nada nada inteligente. Acabei não conseguindo tomar tudo. Desperdicei café, vou pro inferno. Haha, sério, nunca desperdice café.
Comi batatas fritas, pão de queijo, bebi capuccino... o dia tem sido bom em comidinhas, nham nham.

Hoje descobri uma feira muuuito legal no Rio, eu não sabia que existia uma coisa tão legal aqui. É estranho, mas eu não conheço quase nada do Rio de Janeiro, pareço um turista.Meus pais nunca me levaram nos lugares legais daqui. Foi legal descobrir essa feira, espero voltar lá um dia com dinheiro, hahaha.

Agora vou dormir porque tenho dormido tarde e acordado cedo há dias, e sem o menor motivo já que não tenho estudado. Isso também eu tenho que consertar, tenho que voltar a estudar. Tipo, eu desisto das coisas um século antes, por quê? Eu hein, sei lá. Essa garota é muito estranha.
Boaa noite, gente.

Lutem por vocês mesmos, nada é impossível de mudar.
lovee you.
Loving Dill, xoxo.

P.S.: É incrível como volta e meia as letras de Sleigh Bells se encaixam com as coisas que estão acontecendo comigo. Já amo as letras deles, mas às vezes eles são especialmente demais, haha.

"I know you're trying so hard, but you can't even win
you got to try a little harder, you're the comeback kid."

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Et que personne ne soit oublié

Tem feito um calor moderado nos últimos dias, na verdade um tempo agradável se não fosse pelos mosquitos. Muitos, muitos deles, e a única coisa boa disso é que eu estou ficando boa em matá-los. Ando pela casa iguala a um ninja aposentado matando mosquitos com qualquer coisa que eu tiver nas mãos. E passo repelente, que me queima. Ligo o repelente de tomada. Uso indevidamente o spray inseticida que se eu continuar usado do jeito que uso, até o final do verão provavelmente estarei cega. Ao invés de bombar o cômodo, sair pra esperar fazer efeito e depois ventilar o quarto, eu fico sentada tentando acertar os mosquitos com jatos de inseticida que não raramente, voltam pros meus olhos.
Continuo preguiçosa com tudo, mas ontem consegui estudar um pouco. Incrível como as matérias podem ser extensas, acho que nunca vou parar de aprender aquilo.
Estive vendo alguns filmes também, já que a nossa tv a cabo liberou os canais bons. Estamos com quase todos os canais, menos o de notícias francesas, só de sacanagem. Mas estamos com a HBO, Max prime, Telecines, Vh1... e tudo o que há de bom, ha.
Ontem vi O Corvo, um filme antigo mas muito bom que se passa numa cidade que parece a fase ruim de Gotham. Sério, a cidade era uma coisa doida, só desgraça, hahaha. Mas é um filme de vingança, meu estilo preferido.
Também ontem, de noite, vi Sinais, que eu queria ver de novo há séculos. Melhor filme de invasão alienígena, acho. Não sei porque, mas não gosto muito de Guerras dos Mundos. Julguem-me, ha.

Como eu disse, tenho estado muito preguiçosa nos últimos dias, e queria muito estar dormindo agora, mas minha mãe não gostaria disso. É esse tipo de coisa que me faz querer morar sozinha, é irracional: eu estou com sono, mas não posso dormir porque minha mãe provavelmente não vai gostar disso e me acordar mandando eu fazer alguma coisa. Aí eu tenho que ficar acordada que nem um zumbi, parada. Claro que ela me manda fazer coisas que eu já devia ter feito antes, mas ah.

Ontem eu já estava desanimada, e me irritaram, aí fui dormir triste, agora acordei mais desanimada e aqui estou. E ainda tenho que me arrumar hoje pra ir num casamento, então tive que lavar o cabelo, vou ter que pranchar e sei lá mais o que. Não tenho sapato pra ir porque todos os meus sapatos são All Star, e nenhum combina com meu vestido. Fica ridículo. Queria ter dinheiro pra comprar um oxford ou um creeper, mas vou ter que botar qualquer coisa aqui. Aigo.

Eu tinha mais coisas em mente quando vim escrever aqui, mas é assim mesmo, estou com sono demais e os pensamentos estão se descolando.

Só pra acabar, vou deixar a música do ritmo dos meus dias: Tout le monde, da Carla Bruni. Ouça e durma.


Adeus, cuide de você mesmo.
Faça só o que quiser, sempre existe opção.
Nham nham, seja legal  ^.^

E que ninguém seja esquecido.

(always) Sleepy Dill, xoxo.

sábado, 11 de outubro de 2014

Please don't dispair, my dear, mon frère


Os últimos dias tem sido divertidos e com algumas idas involuntárias à hospitais para "exames de rotina" que eu só faço pra ver por quanto tempo posso continuar a comer coisas como uma lontra diabética (why lontras?).
Hoje fiquei em casa, aguentando o calor incrível (nada de sentido bom aqui), passando o tempo com as minhas irmãs e comendo. Agora há pouco comemos pizza, e eu mais uma vez ainda comi demais. Não sei se isso acontece com vocês, mas toda maldita vez que eu como coisas que eu gosto, eu como muito, tanto que sempre termino do mesmo jeito: deitada em duas cadeiras enfileiradas na cozinha sem conseguir me levantar. Sempre a mesma cena vergonhosa. Só não é mais vergonhosa porque aqui em casa todo mundo é assim também, então ninguém pode apontar pra ninguém.

Nessa semana também, saí finalmente pra comprar as coisas do Halloween e foi tãão legal. Comprei as coisinhas pra festa, balões, copinhos pra colocar velas, tnt de morceguinho pra mesa, e como eu sou eu, comprei coisas que não estavam na lista antes: uma arma de pirata e sangue falso. Itens básicos, de primeira necessidade.
A arma tem explicação: ela é linda. Como se não bastasse isso, estava por 6 reaizinhos. Sério, ela é de plástico, enorme, e com uma pintura dourado-velho, detalhes lindos e ainda tem um gatilho de verdade que dá pra apertar e faz um barulho estranho que eu sinceramente ainda não entendi. Mas é incrível.
E o sangue, nem precisa de explicação. Sangue, halloween. Simplesmente necessário.


Bom, eu iria dormir agora, mas ainda estou digerindo a pizza e aproveitando pra tentar entender uma matéria nova de francês que tem se mostrado difícil. Só de eu ter que estudar alguma matéria pra curso de línguas já significa que é difícil, porque geralmente eu não estudo nada.

Algumas coisas estão se desfazendo, outras se entortando, mas eu continuo aqui. E com o Halloween chegando é só mais um motivo pra eu aguentar tudo. Keep calm and scary on, haha.

Adeus povo estranho povo.
Keep weird,
Keep original.
Stay true.
Bucaneira, XX.